Projecto Educativo

 

LINHAS ORIENTADORAS

O Projecto Educativo de Escola é o primeiro grande instrumento do planeamento da acção educativa da instituição devendo por isso, servir permanentemente como ponto de referência e orientação na actuação de todos os elementos da comunidade educativa em que a instituição se insere.

Cada vez mais a escola é entendida como um serviço, uma aproximação da comunidade educativa e uma co-responsabilização desta comunidade quanto ao desenvolvimento dos projectos pedagógicos ajustados a cada realidade específica. O PEE assume desta forma e nos quadros dos principais enunciados pela lei, um papel decisivo na articulação da autonomia e da participação comunitária implicada no processo educativo, explicitando os valores, as metas e as estratégias segundo as quais a instituição se propõe a cumprir a sua função educativa.

O projecto tem a duração prevista de três anos e a sua operacionalização concretiza-se através dos projectos de valência, dos projectos curriculares/pedagógicos de sala da calendarização anual de actividades, dos regulamentos internos e demais documentos de apoio ao funcionamento da instituição. O PEE será apresentado aos pais/encarregados de educação na reunião de início de ano e estará sempre disponível para consulta.

É igualmente divulgado através do site da instituição, www.aepzambujal.com.

A avaliação do projecto será feita periodicamente com vista à reformulação e adequação.

O Meio

A Associação de Educação Popular do Zambujal insere-se num meio sócio-económico e sócio-cultural médio/baixo, que apresenta algumas deficiências na resposta dada à comunidade a nível de equipamentos sociais e culturais.

A população do Zambujal é composta, na sua maioria, por trabalhadores dos sectores secundário e terciário, que se deslocam para as periferias e regressam ao fim do dia, fazendo da zona um dormitório.

Com a inserção de bairros sociais de realojamento, que integram população vinda de bairros problemáticos como as Marianas e Tainha e também com o crescimento da construção imobiliária, a zona sofreu uma transformação sociocultural que se reflecte na forma de estar desta comunidade em mutação.

Estes factores vieram reforçar a necessidade de equipamentos sociais e culturais que dêem respostas adequadas às necessidades reais desta comunidade.

A POPULAÇÃO ESCOLAR

Nº de alunos a frequentar a instituição

2009/2010

Creche 4/12 meses 12/24 meses 24/36 meses Total
5 8 13 26
Pré-escolar 3 Anos 4 Anos 5 Anos Total
8 10 10 28

 

ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃ0

Na sua maioria os encarregados de educação são do sexo feminino.

IDADE DOS PAIS/ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO

A idade dos pais/encarregados de educação varia entre os 20 e os 50 anos

PROFISSÕES

Os pais distribuem-se em termos profissionais numa grande amplitude, desde professores, advogados, médicos, enfermeiros, administrativos, serviços, operários fabris, empresários.

HABILITAÇÕES

As habilitações variam entre a escolaridade obrigatória e o ensino superior.

NÚMERO DE FILHOS

As famílias que frequentam a nossa instituição têm em média 2 filhos.

INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTO

A Associação está dividida em dois pisos. No primeiro funciona a valência Pré-Escolar com duas salas: uma sala de actividades de jogo simbólico, escrita, leitura e biblioteca e outra sala de expressão plástica. Existem instalações sanitárias adequadas aos alunos e uma instalação sanitária adequada a pessoas com mobilidade reduzida.

Neste piso funciona também a cozinha e o refeitório. Tem uma área exterior de 100m2 destinada a recreio e actividades exteriores. No segundo piso funciona a Creche com três salas de aula, berçário, Parque I e Parque II, uma copa de leites, uma sala de acolhimento e uma sala polivalente, duas instalações sanitárias, uma para crianças outra para adultos.

Neste piso também funciona a sala de pessoal e isolamento, a sala de reuniões e trabalho dos professores e o gabinete da Direcção Técnica.

A nível de equipamento a Associação apresenta lacunas, nomeadamente a nível das novas tecnologias o que impossibilita a igualdade de oportunidades para com os alunos.

PROTOCOLOS/APOIOS

Existe um protocolo com a ANEA no sentido de os alunos frequentarem as aulas de natação a preços mais favoráveis. Este protocolo é anual e mantém-se até as partes não o denunciarem.

Durante o mês de Julho, no âmbito do programa "Ocupação de Jovens", existe um protocolo com a Junta de Freguesia de São Domingos de Rana, em que a Associação recebe jovens que colaboram nas actividades.

PROTOCOLOS POSSÍVEIS

 

QUANTOS SOMOS

Pessoal docente

As idades dos docentes variam entre os 30 e os 50 anos.

O tempo de serviço na instituição varia entre os 7 e os 20 anos

Pessoal não docente

As habilitações do pessoal não docente variam entre o 4º e o 12º ano.

As idades do pessoal não docente variam entre os 20 e os 56 anos.

O tempo de serviço na instituição varia entre 1 e 5 anos.

 

HORÁRIOS

Horário Geral: Das 07:30h às 19:30h  
Horário lectivo: Das 09:30h às 13:00h  
Das 14:00h às 16:00h  
Horário não lectivo: Das 07:00h às 09:30h Animação Sócio Educativa
Das 16:00h às 19:00h Animação Sócio-Educativa

SIMULAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO HORÁRIA DE UM DIA "TIPO"

Creche

07:30h às 09:00h Entrada e acolhimento
09:00h às 16:00h Tempo de sala, recreio, almoço, higiene sesta, lanche e saída
16:00h às 19:00h Animação Sócio-Educativa

A sala do berçário funciona até às 19:00h

Pré-escolar

07:30h às 09:00h Entrada e acolhimento
09:00h às 16:00h Tempo de sala, recreio, almoço, higiene, lanche e saída
16:00h às 19:00h Animação Sócio – Educativa

ACTIVIDADES CURRICULARES

A Expressão pelo Movimento é uma actividade desenvolvida, para os alunos do Parque I e II e Pré - escolar, por professor especializado.

O Yoga de Riso é uma actividade desenvolvida para todos os alunos, por professor especializado.

A Natação é uma actividade complementar que depende da livre escolha dos pais e encarregados de educação e que se destina a alunos a partir dos 2 anos.

ANIMAÇÃO SÓCIO-EDUCATIVA

A Animação Sócio-Educativa, isto é, os períodos antes e após o horário com o seu Educador, desde que os Pais deixam as crianças, até à hora que os vão buscar, é ocupada em actividades de cariz sobretudo socializante onde as crianças convivem com outros grupos e desenvolvem actividades essencialmente lúdicas como por exemplo: cantar; dançar; ouvir música; leitura; ver um filme; contar histórias; fazer jogos tradicionais; conversar com os seus amigos, ou simplesmente estarem entregues aos seus pensamentos.

A mudança de espaço físico e de materiais é muito importante para que as oportunidades dadas às crianças sejam realmente diferentes das dos períodos curriculares.

RELAÇÃO ESCOLA-FAMÍLIA

Reunião Geral de Pais e Encarregados de Educação no início de cada ano lectivo, para apresentação do plano de trabalho.

Reunião de Pais e Encarregados de Educação no final do 3º período, a fim de tomarem conhecimento dos objectivos atingidos, dos projectos realizados e entrega da avaliação.

O Educador recebe os pais quinzenalmente, os dias são definidos em cada ano lectivo, com marcação prévia.

A colaboração e participação dos Pais e Encarregados de Educação com a Escola são feitas através de testemunhos; festas; intercâmbios de saber, em passeios etc. Os pais como sócios da instituição podem ocupar cargos dentro dos órgãos elegíveis.
 

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PROCESSOS DE AVALIAÇÃO

Com as crianças:

Com o pessoal docente: Reuniões quinzenais para programação, avaliação e reformulação da prática Pedagógica (entre Educadores, responsáveis de sala e a Directora Pedagógica)

Com a equipa de sala: Reuniões mensais com a Directora Pedagógica

Com todo o pessoal: Reuniões trimestrais com a Directora Pedagógica (uma das reuniões tem a presença da Direcção)

PLANEAMENTO PEDAGÓGICO:

Os Educadores elaboram um Projecto Educativo por Valência de acordo com o Projecto Educativo da Instituição e um Projecto Curricular/pedagógico de Sala de acordo com o Projecto Educativo de escola e valência que servem de linhas orientadoras para o trabalho a desenvolver ao longo do ano lectivo.

ARTICULAÇÃO ENTRE CRECHE E PRÉ-ESCOLAR

Entrada para o Pré-Escolar

Na maioria dos casos esta articulação é feita naturalmente tendo em conta que muitas crianças têm irmãos mais velhos que frequentam esta valência na escola, assim como contactam com as crianças do Pré-Escolar nos períodos de Animação Sócio-Educativa, nas entradas e saídas.

A criança mais pequena tem desde cedo um contacto muito estreito com a realidade do Pré-Escolar.

A mudança de valência é portanto uma realidade apetecida pela criança que naturalmente anseia ir para a "escola do mano ou dos mais crescidos ".

Há no entanto crianças com outra realidade e que não têm qualquer contacto com a escola, vindo directamente do seio familiar para o Pré-Escolar.

De um modo geral é facultado a todas as crianças que frequentam a Creche um contacto físico com a sala do Pré.

Assim durante o mês de Julho os alunos mais novos têm a oportunidade de ir visitar a sala dos mais velhos.

Esta estratégia tem demonstrado que no 1º dia de aulas as crianças sentem mais confiança quando integram um novo espaço e grupo.

A articulação com os Pais e Enc. de Educação é igualmente importante, assim os Educadores vão desde cedo falando com os Pais e Enc. Educação acerca da mudança dos seus filhos ou educandos para a nova valência. Esta situação possibilita às famílias um olhar mais confiante na nova etapa.

No novo ano lectivo com inicio em Setembro os Pais e Encarregados de Educação são convocados à escola, esta reunião em que alguns dos intervenientes não se conhecem serve para iniciar um contacto que deverá ser inevitavelmente afectivo e consciente que ambas as partes estarão interessadas unicamente no bem estar e no desenvolvimento harmonioso da cada criança.

A nossa convicção é a de que os Pais e Enc. de Educação devem estar confiantes, conhecer bem a orgânica da escola e ter uma relação de empatia com o Educador que passará desde o 1º dia a fazer parte integrante da vida da criança.

FUNDAMENTOS E OBJECTIVOS GERAIS PEDAGÓGICOS

O nosso Projecto Educativo baseia-se no princípio geral da Lei-Quadro de Educação Pré-Escolar nº 5/97 de 10 de Fevereiro, e no Manual de Processos Chave para Creche, que nos dizem:

"Sendo a Creche uma das primeiras experiencias da criança num sistema organizado, exterior ao seu seio familiar onde irá ser integrada e no qual se pretende que venha a desenvolver determinadas competências e capacidades, não esquecendo que cada uma possui o seu próprio padrão de desenvolvimento e que necessita de espaço, tempo e apoio para que ele ocorra.

A criança pela sua diferença utiliza capacidades para se apropriar do mundo que as rodeias e para comunicar com os outros estabelecendo inter-relações significativas. É no decurso destes três anos que a criança vai aprender as principais regras de relacionamento com os outros, andar, falar e a resolver problemas".

Neste contexto é necessário que toda a intervenção se baseie em critérios de qualidade:

Isto implica:

"A Educação Pré - Escolar é a primeira etapa da Educação básica no processo de educação ao longo da vida, sendo complementar da acção educativa da família com a qual deve estabelecer estreita relação, favorecendo a formação e desenvolvimento equilibrado da criança tendo em vista a sua plena inserção na sociedade como ser autónomo, livre e solidário".

Este princípio fundamenta todo o articulado da lei e dele recorrem os objectivos pedagógicos que passamos a citar:

a) "Promover o desenvolvimento pessoal e social da criança com base em experiências da vida democrática numa perspectiva da educação para a cidadania;

b) Fomentar a inserção da criança em grupos sociais diversos, no respeito pela pluralidade das culturas, favorecendo uma progressiva consciência como membro da sociedade;

c) Contribuir para o sucesso da aprendizagem;

d) Estimular o desenvolvimento global da criança no respeito pelas suas características individuais, incutindo comportamentos que favoreçam aprendizagens significativas e diferenciadas;

e) Desenvolver a expressão e comunicação através de linguagens múltiplas como meios de relação, de informação, de sensibilidade estética e de compreensão do Mundo;

f) Despertar a curiosidade e o pensamento crítico;

g) Proporcionar à criança ocasiões de bem-estar e de segurança, nomeadamente no âmbito da saúde individual e colectiva;

h) Proceder a despistagens de inadaptações, deficiências ou precocidade e promover a melhor orientação e encaminhamento da criança;

i) Incentivar a participação das famílias no processo educativo e estabelecer relações de efectiva colaboração com a comunidade."

Não perdendo de vista os objectivos, atrás referidos, mas no sentido de os alargar e enriquecer, é nossa intenção acentuar a importância:

Todos os objectivos propostos são concretizados através da organização do ambiente educativo, da continuidade educativa, da intencionalidade educativa, do planeamento das situações, assim como na reflexão, registo e observação atenta do desenvolvimento de cada criança.

ÁREAS DE CONTEÚDO

De acordo com as Orientações Curriculares, as Áreas de Conteúdo fundamentam-se na perspectiva de que o desenvolvimento e a aprendizagem são vertentes indissociáveis do processo educativo.

As diferentes Áreas de Conteúdo partem do nível de desenvolvimento da criança, da sua actividade espontânea e lúdica, estimulando o seu desejo de criar, explorar e transformar, para incentivar formas de acção reflectidas e progressivamente mais complexas.

As Áreas de Conteúdo supõem a realização de actividades, uma vez que a criança aprende a partir da exploração do mundo que a rodeia.

A relação individualizada que o educador estabelece com cada criança facilita a sua inserção no grupo e nas relações com as outras crianças. Esta relação implica a criação de um ambiente securizante que cada criança conhece e onde se sente valorizada.

" Área de Formação Pessoal e Social Esta Área deverá favorecer, de acordo com as fases de desenvolvimento, a aquisição do espírito crítico e a interiorização de valores espirituais, estéticos, morais e cívicos e contribuir para promover na criança atitudes e valores que lhes permitam tornarem-se cidadãos conscientes e solidários, capacitando-os para a resolução dos problemas da vida.

" Área da Expressão e Comunicação A Área da Expressão e Comunicação engloba as aprendizagens relacionadas como desenvolvimento psicomotor e simbólico que determinam a compreensão e o progressivo domínio das diferentes formas de linguagem. Nesta Área distinguem-se vários domínios que se referem à aquisição e à aprendizagem de códigos indispensáveis para a criança representar o seu mundo interior e o que a rodeia

" Área do Conhecimento do Mundo A Área do Conhecimento do Mundo enraíza-se na curiosidade natural da criança e no seu desejo de saber e de compreender porquê. Ao dar à criança oportunidade de contactar com as novas situações que são, ao mesmo tempo, ocasiões para a descoberta e a exploração do mundo, permite-se o alargamento dos saberes básicos, necessários à vida social

AOS PAIS

"A sabedoria não se encontra no topo de nenhuma montanha nem no último ano de um curso superior. É num pequeno monte de areia do recreio do Jardim-de-infância que se pode aprender tudo o que é necessário saber na vida:

Afinal, o segredo duma vida feliz está nas pequenas verdades do dia-a - dia."

Robert Fulghum

ABORDAGEM À PEDAGOGIA E METODOLOGIA
UTILIZADA PELO MOVIMENTO DA ESCOLA MODERNA

O Movimento da Escola Moderna (MEM) assenta num projecto democrático de autoformação cooperado de docentes, que transfere, por analogia, essa estrutura de procedimentos para um modelo de cooperação educativa nas escolas.

A escola define-se para os docentes do MEM como um espaço de iniciação às práticas de cooperação e solidariedade de uma vida democrática. Nela, as crianças deverão criar com os seus educadores as condições materiais, afectivas e sociais para que, em comum, possam organizar um ambiente institucional capaz de ajudar cada um a apropriar-se dos conhecimentos, dos processos e dos valores morais e estéticos gerados pela Humanidade no seu percurso histórico-cultural.

É no envolvimento e na organização construídos paritariamente, em comunidade cultural e formativa, que se reconstituem, se recriam e se reproduzem os instrumentos (intelectuais e materiais), os objectos da cultura, os saberes e as técnicas, através de processos de cooperação e de inter ajuda (todos ensinam e aprendem).

Os educadores que trabalham com este sistema de educação assumem-se, assim, como promotores da organização participada, dinamizadores da cooperação, animadores cívicos e morais do treino democrático e auditores activos para provocarem a livre expressão e a atitude crítica no grupo de educação cooperada.

O Movimento da Escola Moderna é um método pedagógico que, cada vez mais, tende a ser encarado como uma pedagogia do presente e do futuro.

Esta pedagogia tem como convicção que a organização do ambiente educativo é o operador fundamental da Educação Pré-Escolar. Essa organização é dinamizada por processos de cooperação progressivamente reforçados, de forma a garantir o exercício, directo e continuado, dos valores de respeito, de autonomização e de solidariedade.

A Atitude do Educador

A atitude do educador passa por diferentes etapas interligadas que se vão sucedendo e aprofundando, o que pressupõe:

Observar cada criança, o grupo, para conhecer as suas capacidades, interesses, dificuldades, o modo como interagem e recolher informações sobre o meio em que as crianças vivem são práticas necessárias para melhor compreender as características da criança e adequar o processo educativo às suas necessidades. Os registos dessas observações contínuas tornam-se, ao longo do tempo, em instrumentos de trabalho que permitem ao educador conhecer, avaliar a evolução (desenvolvimento) da criança e do grupo. Também a partir da análise dos registos de desenvolvimento, se podem obter informações muito importantes sobre a forma como nós próprios nos posicionamos enquanto educadores. A observação constitui, deste modo, a base do planeamento e da avaliação, servindo de suporte à intencionalidade do processo educativo.

Planear implica que o educador reflicta sobre as suas intenções educativas e a forma de as adequar ao grupo, prevendo situações e experiências e organizando os recursos necessários à sua realização. O planeamento do ambiente educativo permite proporcionar à criança um ambiente estimulante para o seu desenvolvimento, onde esta explora e utiliza espaços, materiais e instrumentos colocados à sua disposição. Este planeamento terá em conta as diferentes áreas de conteúdo, de modo a interessar e estimular cada criança.

Tirar partido das situações e oportunidades imprevistas para concretizar na acção as intenções educativas, alargando as interacções das crianças.

Avaliar o processo e os efeitos implica tomar consciência da acção para adequar o processo educativo às necessidades da criança e à sua evolução.

O conhecimento que o educador adquire da criança é enriquecedor pela partilha com os outros adultos. Se o trabalho em equipa constitui um meio de autoformação com benefícios para a educação da criança, trocar opiniões com os pais permite igualmente um melhor conhecimento da criança.

Cabe ao educador promover a continuidade educativa. A relação estabelecida com os pais facilita a comunicação, favorecendo a própria adaptação da criança.

 

A Interacção com as famílias e a Comunidade, segundo este Modelo

O modelo de trabalho que se tem vindo a descrever requer uma forte articulação com as famílias e com a comunidade envolvente, para que vários dos seus elementos se assumam conscientemente como fonte de conhecimento e de formação para com a instituição Por isso são convidados a participar em sessões de animação cultural, em visitas de estudo, enviando informações sobre dúvidas que as crianças tenham, ajudando a cuidar dos animais que possamos ter na sala, etc.

A instituição promove ainda encontros sistemáticos entre educadores e pais, para garantir o desenvolvimento educativo de forma participada e dialogante. Conta-se com a participação da família e da comunidade, quer para resolver problemas quotidianos de organização, quer para que a instituição possa cumprir o seu papel de mediador e de promotor de expressões culturais das populações que serve.

Áreas de intervenção prioritária

Relação escola/família

Espaços físicos e equipamentos

Equipamentos

Metas a atingir

 


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